Gransena investe em novas pedreiras e tecnologia

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Com a meta de sempre expandir a sua área de atuação e proporcionar o melhor atendimento aos seus clientes, a Gransena abriu um depósito de chapas no município da Serra, no Espírito Santo, construído em uma área de 14 mil m². Já a área edificada da sede da empresa é de 3 mil m².

A capacidade produtiva da indústria chega a 15 mil m² por mês. O maquinário instalado no parque industrial é todo importado da Itália, composto por equipamentos de última geração, como politriz, multifio e linha de resina, além de filtros para tratamento e reutilização de água.

Com o portfólio formado por uma grande variedade de materiais rochosos, há os considerados líderes em vendas nos mercados nacional e internacional, como o quartzito Lavezzi e os granitos Siena Beige, Blue Flowers e Giallo Fiorito. No entanto, a empresa comercializa e minera outros produtos com grande repercussão nos centros consumidores, como os quartzitos Fusion, Chamonix e Fascination e os granitos Enchanted Forest, Havana e Giallo Santa Cruz.

Quanto às distâncias entre as pedreiras e a fábrica, a variação é de 10 km a 600 km.
A Gransena tem foco nos mercados interno e externo, onde seus produtos têm sido bem requisitados e aceitos pelos clientes. Porém, aproximadamente 98% da produção são encaminhados para a exportação, tendo como destino Estados Unidos, Itália, Oriente Médio e continente asiático.

“Com um mercado cada vez mais competitivo, existe a necessidade de sempre procurar diversificar a carteira de clientes. Por isso, temos a preocupação de prospectar mercados em busca de novos consumidores para os nossos materiais. E esse trabalho tem sido realizado nos países da América do Sul e do Oriente Médio. Além disso, temos promovido investimentos constantes em novas pedreiras e tecnologias para o crescimento da empresa e otimização dos processos”, completou o gerente.

Assim como as demais empresas do setor de rochas ornamentais, a Gransena também adota práticas de preservação ambiental. No setor industrial, aproximadamente 98% da água utilizada nos processos produtivos são reaproveitados, e ainda são feitos o controle e a fiscalização dos parâmetros sustentáveis de mineração. E uma equipe própria de engenheiros ambientais realiza os processos de licenciamentos e cumpre os atendimentos a todas as normas ambientais.

Matéria publicada na Edição 269 - Novembro/ Dezembro de 2019 da Revista Rochas.